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Desconfiança na economia brasileira.

Em meio às quedas recorrentes na bolsa de valores brasileira e a alta na cotação do dólar, a equipe econômica do governo federal tenta amenizar a crise de desconfiança do mercado.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad e a ministra do planejamento e orçamento, Simone Tebet terão um mês decisivo para ganhar a confiança do mercado nas próximas agendas fiscais do governo.

A tentativa de ambos os ministérios é de tentar reduzir as despesas públicas.

Entre os esforços de redução de gastos estão a revisão dos gastos primários, tributários e os gastos do banco central.

Além disso, entrou na pauta novamente o assunto da compensação sobre a desoneração fiscal para 17 setores da economia.

Confiança do brasileiro.

A confiança do consumidor brasileiro voltou a recuar devido à forte queda da expectativa econômica.

Já no setor comercial, a queda também foi notada, sendo indicada em 5% segundo a Confederação Nacional do Comércio.

A Selic, inflação alta e as dúvidas sobre as contas públicas geram uma pressão sobre a expectativa do comércio.

Nesse cenário, o trabalho também é impactado e a contratação de novos funcionários diminuiu nesse segundo semestre de 2024.

Com todos esses impactos, a economia pode levar alguns meses para se reerguer novamente.

Conclusão.

Um tanto preocupante a situação econômica brasileira, inflação e taxa de juros alta e a baixa confiança da população na economia brasileira leva a um cenário de recessão.

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