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Crise dos combustíveis.

Além dos combustíveis com preços cada vez mais altos, ainda podemos passar por um desabastecimento de diesel, o que pode aumentar os problemas aqui no país.

O conflito entre Rússia e Ucrânia agrava ainda mais a situação global, pois diminui a demanda de combustíveis e fertilizantes.

A cadeia de produtos fica cada vez mais cara, pois toda parte de logística e agro ficam impactadas com encarecimento dos combustíveis e insumos agrícolas.

A inflação volta a subir por conta desses fatores citados, e provavelmente vai estagnar a economia do País.

Mas esse problema não será somente do Brasil, grandes economias como Estados Unidos e Japão já começam a sentir o peso do aumento da inflação.

Impactos econômicos no Brasil.

O governo federal já começa a perceber que somente o aumento da Selic não é o suficiente para segurar a inflação e já começam planos para redução do ICMS para baixar o preço dos produtos.

Com a redução do ICMS, combustíveis e a energia elétrica tem uma redução nos preços proporcional à redução do ICMS.

Os Estados Unidos já começam a sentir o peso do desabastecimento de combustíveis e a inflação do país já está em 8,6%, e isso provavelmente vai impactar o Brasil.

Com o aumento da inflação nos Estados Unidos, o governo americano provavelmente subirá a taxa de juros, o que fará que mais investidores apliquem dinheiro nos Estados Unidos em vez do Brasil.

Todos esses fatores indicam que teremos aumento inflacionário e uma taxa de câmbio do dólar ainda maior.

Conclusão.

A crise global mostra que temos uma economia frágil a qualquer manobra que grandes países possam fazer, a proteção de capital e uma reserva de emergência é muito importante nesse momento de instabilidade econômica.

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