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Crise nas contas públicas do Governo.

As contas públicas sem os ajustes necessários, podem gerar um ciclo vicioso com a tendência de alta na taxa de juros e inflação.

Com gastos de 170 bilhões de Reais a mais nas despesas dos gastos públicos, a inflação tem dado sinais de alta e pressionando o Banco Central a elevar a taxa de juros.

A combinação de alta na taxa de juros com a alta da inflação, tem elevado a dívida pública, aumentando a desconfiança no mercado financeiro.

O Banco Central já sinalizou que é preciso uma política fiscal mais efetiva para que a taxa de juros venha a cair.

Segundo economistas, com uma política fiscal sem efetividade, teremos um ciclo vicioso na economia, onde declarações, notícias e eventos ruins podem gerar impactos negativos na economia brasileira.

Entenda o ciclo vicioso na economia.

Um cenário com conflitos políticos fiscais e com mais gastos na economia sem nenhuma compensação, traz uma desconfiança no mercado financeiro sobre a sustentabilidade das dívidas públicas a médio e longo prazo.

O humor do investidor fica desfavorável para o Brasil, e as aplicações em dólar aumentam, assim como investimentos em outros países com economia mais estáveis, fazendo o câmbio do dólar aumentar no Brasil.

Uma combinação da elevação dos gastos públicos e taxa de câmbio faz com que a inflação aumente produtos nacionais e principalmente importados, forçando o Banco Central aumentar a taxa de juros para controlar a inflação.

Nesse momento, onde tanto a taxa de juros e inflação estão altas, significam que quem emitiu títulos atreladas ao índice, terão que pagar mais aos investidores, nesse caso o governo terá um aumento no pagamento dos títulos públicos, aumentando a dívida pública.

Com a dívida pública alta, taxa de juros elevados e inflação nas alturas, a economia se torna insustentável, o que torna a economia do país duvidosa e os investidores pedem mais garantias para investir no país, nesse caso a garantia é o aumento da taxa de juros, o que torna um ciclo vicioso.

Conclusão.

O Governo Federal e o Ministério da Fazenda precisam urgentemente se organizar para realizar uma política fiscal realmente efetiva, onde baixem os gastos públicos e gerem um pacote fiscal assertivo.

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